Ateliê de SocioInovação (aSi) do Ecce Liber completa 200 publicações autorais na web em 2017!

O Ateliê de SocioInovação (aSi) do Ecce Liber completou no mês de outubro de 2017 o total de 200 postagens em seu blog referente às experiências de discussão em suas linhas de argumentação, de discussão, de produção e de disseminação em ideias, abordagens, projetos e ações no escopo dos estudos biblioteconômico-informacionais. As editorias permanentes do grupo de pesquisa vinculadas ao aSi colocam em foco as questões inerentes à Filosofia da informação, do documento do livro Linguagem em suas mais distintas "metalinguagens" História crítica do pensamento informacional Cultura informacional e suas dinâmicas Tecnologia em sua configuração pragmático-simbólica Integram as editorias do aSi as ca

Liber Agenda 2017!!! Novembro no ar...

Eventos & Cursos em Biblioteconomia & Ciência da Informação !!! I Conferência Internacional de Gestão da Informação e Arquivos (I CIGIA) Assunto:Com o objetivo de construir um espaço de diálogo e reunião com especialistas da área da Informação irá ocorrer nos dias 3 e 4 de novembro a I Conferência Internacional de Gestão da Informação e Arquivos. Com o tema “Governança da Informação e Cidadania” o evento visa os participantes discutirem e debaterem sobre as perspectivas e possibilidades das políticas de gestão de informação. Quando:3 e 4 de novembro Onde: Albergaria-a-Velha (Portugal) Inscrições: http://www.bad.pt/1cigia/inscricoes/ Emissão de certificado-declaração: Sim Conheça Mais: O even

Emanuele Tesauro e a fundação barroca da Organização do Conhecimento

O Barroco, enquanto estilo artístico, representa uma profusão de elementos que contrasta com as escolas da pintura e da escultura anteriores, inserindo, principalmente, a linha curva e o foco nas expressões do sentimento humano em sua máxima condição. Em um sentido etimológico, diz-se, em geral, que o substantivo “barroco” responde por uma pérola de formato anômalo, ou irregular, ou fora do comum, ou, ainda, singular. Como aponta Carpeaux (1990), o estilo barroco foi reconhecido durante muito tempo como um padrão da decadência da arte. O teórico reconhece o Barroco como um sistema de civilização, de substância latina. Reúnem-se aqui elementos como o maravilhoso, o colossal, o prodigi

Com os olhos na história da Bibliografia na Idade Média tardia por Vanildo Stieg

IV Seminário Internacional A ARTE DA BIBLIOGRAFIA 08 de dezembro de 2017 - Vitória (ES) RESUMO DAS PALESTRAS Com os olhos na história da Bibliografia na Idade Média tardia: obras de François de Rabelais Vanildo Stieg Obras de François de Rabelais como possibilidade de discutir a história da Bibliografia na Idade Média tardia. Tematização realizada por meio de investigação de abordagem qualitativa - Histórico-cultural - cujo desenho metodológico consiste em pesquisa documental e bibliográfica. François de Rabelais e sua preocupação na produção de bibliografia orientada para a cultura popular. As contribuições dos estudos de Mikhail Mikhailovich Bakhtin na divulgação da bibliografia de Franço

Dossiê Organização do Conhecimento & Gênero! Revista Informação & Informação

Organização do Conhecimento é tema central de ensino e pesquisa em Ciência da Informação e o tema Gênero tem despertado atenção em diversos segmentos da sociedade tanto no Brasil como em outros países. A existência de vasta literatura em Organização do Conhecimento no Brasil e no exterior revela a relevância de estudos e pesquisas abordando conceituação, fundamentação teórica, aspectos históricos, epistemológicos, éticos, socioculturais e de aplicação prática da área. A crescente produção bibliográfica sobre Gênero, representada por diferentes tipos de documentos formais e informais e abordando diferentes facetas temáticas, a partir de distintos segmentos sociais, instiga pesquisadores, prof

OFLClipping - Semanário Teleológico

Destaque da semana Harry Potter exhibition showcases history of magic across cultures A British Library apresentou o mundo mágico de Harry Potter em uma nova exposição com os objetos mais antigos em sua coleção junto a itens nunca vistos do arquivo pessoal de J. K. Rowling. Hindustan Times – 20.10.2017 Ásia 12 personagens dos contos de fada russos que você precisa conhecer Heróis e vilões estão nas fábulas mais populares na Rússia. Os personagens dos contos de fada russos habitam um reino encantado espetacular, onde nunca ficam entediados. Eles estão sempre envolvidos em todo tipo de desafio e atribulação, competindo com reis, arrumando belas esposas, salvando seu reino ou defendendo aqueles

Crítica da razão como crítica da cultura: leituras da epistemologia informacional

O reconhecimento do simbólico que há na “cultura informacional” presente na epistemologia da CI resulta, em nosso ponto de vista, na “consolidação crítica da crítica” ao positivismo e ao neopositivismo dentro do campo. Porém, ao contrário da disputa entre cognição e pragmática, presente na crítica da última década do século passado, como em Frohmann (1992) e em Capurro (1992), a configuração desta “crítica da crítica” não busca a negação ou a falsa ocultação de um saber positivo dentro do campo – ou seja, não considera, a partir de uma ingenuidade de fundo paradigmático, a pretensa “superação” final do positivismo. Como demonstra a argumentação do simbólico em Cassirer (2001) - "A crítica da

Em sentido amplo e em sentido estrito... Dinâmica epistemológica entre Bibliografia e Biblioteconomi

IV Seminário Internacional A ARTE DA BIBLIOGRAFIA 08 de dezembro de 2017 - Vitória (ES) Resumo das Palestras "Em sentido amplo e em sentido estrito" (R. Blum). Dinâmica epistemológica entre Bibliografia e Biblioteconomia" Por Andrea Capaccioni (Universidade de Perugia) RESUMO A relação entre Bibliografia e Biblioteconomia mudou ao longo do tempo, especialmente desde o século XIX. Esta relação é particularmente complicada pela natureza da Bibliografia, sempre em busca de sua identidade. Na obra de Rudolf Blum, "Bibliographia. Eine wort und begriffsgeschichtliche Untersuchung (1969)", encontra-se uma visão interessante que pode ajudar a entender a relação entre as duas disciplinas. Rudolf Blu

A revolução não será televisionada: a dialética do labirinto numérico

“— O homem é o senhor. O general atalhou: — Eu não existo.” (GARCÍA MARQUEZ, 1989) O ano era 1989, o muro de Berlim estava prestes a cair, em menos de um ano um Mac’Donalds foi instalado na praça vermelha e cerca de dois anos depois a União Soviética não exista mais. Do ponto de vista do historiador Eric Hobsbawn , escrevendo em 1994, o século XX terminou em 1991. Hobsbawn, mesmo tendo falecido no século XXI, não aponta quando, de fato, ele começa. Sem ter esta pretensão, me arrisco a pensar que 1995 é um ano de grande importância para o século seguinte, pois é neste ano que é lançado o sistema operacional responsável pela criação da esmagadora maioria dos arquivos digitais gerados desde ent

Democracia do simbólico: tópica diacrônica da filosofia da informação

Promovida (também) pela organização dos saberes na pólis do Livre, invenção mais criativa da linguagem na visão otletiana, só existe democracia, em sentido estrito, se fundada na retórica, ou seja, na coexistência paciente e conciliadora do discurso como categoria filosófica equivalente ou superior ao “ser”. Em certa medida, a travessia do pensamento e da vida de Rafael Capurro ilustra esta relação, a partir de um hermes informacional desvelado entre discurso, democracia e informação. No vocabulário de Rafael Capurro, o estrato deste “discurso” que nos interessa, a “mensagem”, conceito central da Angelética, sua teoria geral para uma ciência para informação, torna-se um dos elos para uma rac

O símbolo e a informação: de Paris à Chicago, escala em Bruxelas

O ponto de vista “simbólico” nos estudos informacionais parece, à primeira impressão, representar um modelo de conhecimento fundado em uma cultura específica: o pensamento francês sugere-nos uma espécie de orientação histórica e contemporânea pontualmente mais preocupado com o conceito e com suas possibilidades de manipulação. O exame desta condição geoepistêmica nos leva, imediatamente, à noção de mediação e à sua força no pensamento informacional francês. É o caso, por exemplo, da corrente onde se encontra Jean Davallon (2007, p. 5-6). Para o autor, são necessárias as considerações ao que chama de “gestos simbólicos” nos estudos de mediação da informação, ou seja, uma “operação simbólica d

Linguagem, Organização do Conhecimento e Luta Social: um glossário na trincheira da Iugoslávia

A luta pela sobrevivência em uma ou em cem palavras... Como podemos resistir a um mundo onde a opressão e os massacres ainda se acumulam, no espelho sórdido da invenção civilizatória? Como linguagem e organização do conhecimento se colocam como armas nessa guerra dentro de tantas outras guerras? O que fazer no dorso podre da miséria humana além de acordar vivo? Alice Krieg-Planque (2012) demonstra um ethos provável para essas indagações: um dicionário atua (não sozinho, claro) para a luta social, para a sobrevivência de povos, de tradições, de razões históricas. A partir do “discurso de panfletos”, o gênero discursivo de luta social, a autora identifica no desenvolvimento de um glossário um

A Arte da Bibliografia: página no ar!

Está no ar a página do IV Seminário Internacional A ARTE DA BIBLIOGRAFIA !!! A partir do acesso à página o leitor pode encontrar todas as informações sobre o evento. Confiram AQUI!

Meteorographica dos textos: do núcleo da terra à ionosfera

Publicado em 1859, “A origem das espécies” é um dos livros acadêmicos mais conhecidos no mundo, mesmo para quem não é da área este título - e ainda mais o seu autor Charles Darwin - remetem a algum tipo de informação, mesmo que seja a simples afirmação de que já ouviu falar sobre o livro. O que muito menos se sabe é que Darwin tinha um primo chamado Francis Galton. Semelhante ao estilo polímata do século XVII, Galton escreveu livros sobre temas bastante distintos como a meteorologia e na esteira de seu célebre primo sobre genética. Porém, suas contribuições científicas de mais longa duração estão na área de estatística. Em suma Galton era um homem obcecado por busca de padrões. No entanto Ga

Espírito, forma interna e informação: Cassirer, simbolismo e epistemologia informacional

A partir da proposta de compreensão de parte ínfima, mas não ausente de singularidade, do complexo pensamento de Cassirer, detemo-nos aqui a recordar, concisamente, alguns elementos nucleares da relação entre linguagem e simbolismo presentes na obra do autor. Isto nos leva a optar pela extração de algumas citações clarificadoras de sua elaboração conceitual. Sem elas, a possibilidade de interpretação das consequências diacrônicas e sincrônicas do pensamento informacional historicizado na Retórica, como realizado por Rafael Capurro, não fariam, em nossa visão, sentido algum – muito menos viriam portadas de sentido as correlações estruturalistas e pós-estruturalistas vinculadas aos simbólico n

Todorov, Mário Ferreira e a condição simbólica da teoria da informação: achegas

Junto da perspectiva de Cassirer das Formas Simbólicas, encontramos no estudo do simbólico as visões de Mário Ferreira dos Santos (2007), em seu “Tratado de Simbólica” e Tzvetan Todorov (2014), em “Simbolismo e interpretação”, para demonstrar as condicionantes mais definitórias da construção simbólica do ser e de seus artefatos. O percurso nos interessa para reposicionar o pensamento de Ernst Cassirer e suas possibilidades de compreensão dos movimentos diacrônicos e sincrônicos de compreensão tanto da epistemologia quanto da historiografia da Ciência da Informação. Para Santos (2007, p. 45), “Todos os grandes fundadores de religião foram amados, compreendidos, porque falaram em símbolos, ete

70 anos depois de 1945: a longa viagem de uma filosofia intercultural na e para a era da informação

A resenha "A longa viagem de uma filosofia intercultural na e para a era da informação: vida e pensamento, ser e tempo em Rafael Capurro" apresenta o conteúdo completo da obra "KELLY, Matthew; BIELBY, Jared (Orgs.). Information Cultures in the Digital Age: a Festschrift in honor of Rafael Capurro. Berlim: Springer, 2016." O livro representa o resultado final de um longo projeto que integrou todos os continentes, mais de dez países, com a participação de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, incluindo quatro brasileiros, interessados nos desafios dos estudos informacionais em diálogo com as ideias do filósofo uruguaio que construiu sua obra na Alemanha. Nascido em 1945, ano-marco

ÓrbitaLIS n.26: Filosofia da Informação

"Por falta de tranquilidade, nossa civilização se transforma numa nova barbárie. Em nenhum outro tempo os ativos, isto é, os intranquilos, valeram tanto. Logo, entre as correções que necessitamos fazer no caráter da humanidade está fortalecer em grande medida o elemento contemplativo." — Friedrich Nietzsche ([1878]* 2005, § 285, p. 177) "Does the Internet dream of itself?" — Werner Herzog (EIS, 2016) 10 Principles of Information Science Pedro C. Marijuán, do Grupo de Bioinformación do Centro de Investigación Biomédica de Aragón (CIBA), escreve aos colegas do FIS – Foundations of Information Science – uma lista que elenca 10 princípios da Ciência da Informação. Ele questiona o papel geral dos

PROGRAMA COMPLETO: IV Seminário Internacional A Arte da Bibliografia 2017

IV Seminário Internacional A Arte da Bibliografia 2017 - Vitória (ES)! (08 de dezembro de 2017 - Auditório Manoel Vereza/CCJE/UFES) 9h20 - Mesa de abertura Coordenador: Andre Vieira de Freitas Araujo (UFRJ - Coordenador do Evento) Convidado 1: José Geraldo Mill (Diretor de Pós-Graduação da UFES) Convidado 2: Rogério Naques Faleiros (Diretor do CCJE/UFES) Convidado 3: José Alimateia Aquino Ramos (Chefe do Departamento de Biblioteconomia da UFES) 9h35 - Conferência de abertura “O conceito de Bibliografia, ou os conceitos de Bibliografia” - Marilda Lopes Ginez de Lara (USP) Mediação: Cristina Ortega (UFMG) 10h25 - Debate 10h40 - Mesa 1 - Bibliografia e Biblioteconomia: elementos históricos Coor

Entre Wittgenstein e Cassirer... o simbólico no império informacional...

A amplitude e a ramificação dos estudos sobre o simbólico na Ciência da Informação (CI) podem ser reduzidas, se partirmos de um ponto de vista prioritário na reflexão sobre o conceito, a um pequeno grupo de reflexões. Por exemplo, se tomarmos como marco de análise apenas o ponto de vista linguístico, ou se partirmos da lógica e nela restarmos, ou, ainda, se abordarmos somente o ponto de vista sociológico, modelaríamos nosso enfoque a partir de uma perspectiva. Cumpre-nos observar, previamente, que da “Retórica” aristotélica, da “filosofia da cultura” em Nietzsche, da “retórica” em Ricoeur, do “interacionismo simbólico” em Mead e Blumer e seus desdobramentos em Vigotsky e Piaget, da “retórica

Posts Em Destaque
Categorias
Nuvem de Tags
Arquivo
Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square

© 2013 Ecce Liber: Filosofia, Linguagem e Organização dos Saberes. Desenvolvedor: Diogo Xavier da Mata.

Centro de Estudos Avançados em Ciência da Informação e Inovação (CENACIN - IBICT)

CAPES - CNPq - FAPERJ